Fontes
Fontes Franciscanas | Fontes Clarianas | Instrumentos de Trabalho | Fontes Penitênciais

 
Introdução - Eccleston

A chegada dos Frades Menores à Inglaterra 

de Frei Tomás de Eccleston 

Este livro é uma fonte segura e extraordinária para conhecermos a identidade da Ordem no seu começo. O autor é praticamente desconhecido: só sabemos o que dá para adivinhar por seu escrito, onde não é personagem importante. Inglês, não parece que tenha ido à Itália nem conhecido São Francisco. Deve ter entrado na Ordem logo depois de 1230. É bem provável que teve à disposição alguns documentos oficiais. Tenta demonstrar o papel importante da Província inglesa na Ordem.

É interessante sua maneira de apresentar as grandes linhas da nova Ordem na Inglaterra: a mendicidade, a simplicidade e a pureza de uma alegria enorme pelo amor fraterno, tudo partilhado com todo tipo de pessoas da Inglaterra de seu tempo. Defende o valor dessa primitiva província inglesa. Recorda com gratidão os fatos antigos mas não é a favor da continuação da rigidez dos primeiros tempos

A narração está dividida em temas escolhidos entre os mais importantes. Apresenta uma porção de retratos de frades antigos, para caracterizar uma província franciscana

Nosso texto latino é o do Tractatus fr. Tomae vulgo dicti de Eccleston, De adventu fratrum minorum in Angliam, edidit, notis et commentario illustravit A.G. Little, in CED, VII, Paris 1909, mas procuramos sempre confrontá-lo com o Liber de adventu fratrum minorum in Angliam, da Annalecta Franciscana I, Quaracchi 1885, pp. 215-256. Seguimos a numeração da nova edição das Fonti Francescane, de 2004.

Decidimos usar a palavra Conversação para traduzir o original Collatio. A palavra Colação é usada até hoje pelas Clarissas para uma refeição leve no fim da tarde. O autor se refere quase sempre às conversas feitas durante esses jantares. Os textos recuados são notas marginais feitas no texto primitivo, e também são primitivas.

Para a apresentação usamos a sigla CrEc com a numeração de 1 a 135.



Abrir o texto inteiro | Download do texto inteiro

» CrEc 1:: » CrEc 2:: » CrEc 3:: » CrEc 4::
» CrEc 5:: » CrEc 6:: » CrEc 7:: » CrEc 8::
» CrEc 9:: » CrEc 10:: » CrEc 11:: » CrEc 12::
» CrEc 13:: » CrEc 14:: » CrEc 15:: » CrEc 16::
» CrEc 17:: » CrEc 18:: » CrEc 19:: » CrEc 20::
» CrEc 21:: » CrEc 22:: » CrEc 23:: » CrEc 24::
» CrEc 25:: » CrEc 26:: » CrEc 27:: » CrEc 28::
» CrEc 29:: » CrEc 30:: » CrEc 31:: » CrEc 32::
» CrEc 33:: » CrEc 34:: » CrEc 35:: » CrEc 36::
» CrEc 37:: » CrEc 38:: » CrEc 39:: » CrEc 40::
» CrEc 41:: » CrEc 42:: » CrEc 43:: » CrEc 44::
» CrEc 45:: » CrEc 46:: » CrEc 47:: » CrEc 48::
» CrEc 49:: » CrEc 50:: » CrEc 51:: » CrEc 52::
» CrEc 53:: » CrEc 54:: » CrEc 55:: » CrEc 56::
» CrEc 57:: » CrEc 58:: » CrEc 59:: » CrEc 60::
» CrEc 61:: » CrEc 62:: » CrEc 63:: » CrEc 64::
» CrEc 65:: » CrEc 66:: » CrEc 67:: » CrEc 68::
» CrEc 69:: » CrEc 70:: » CrEc 71:: » CrEc 72::
» CrEc 73:: » CrEc 74:: » CrEc 75:: » CrEc 76::
» CrEc 77:: » CrEc 78:: » CrEc 79:: » CrEc 80::
» CrEc 81:: » CrEc 82:: » CrEc 83:: » CrEc 84::
» CrEc 85:: » CrEc 86:: » CrEc 87:: » CrEc 88::
» CrEc 89:: » CrEc 90:: » CrEc 91:: » CrEc 92::
» CrEc 93:: » CrEc 94:: » CrEc 95:: » CrEc 96::
» CrEc 97:: » CrEc 98:: » CrEc 99:: » CrEc 100::
» CrEc 101:: » CrEc 102:: » CrEc 103:: » CrEc 104::
» CrEc 105:: » CrEc 106:: » CrEc 107:: » CrEc 108::
» CrEc 109:: » CrEc 110:: » CrEc 111:: » CrEc 112::
» CrEc 113:: » CrEc 114:: » CrEc 115:: » CrEc 116::
» CrEc 117:: » CrEc 118:: » CrEc 119:: » CrEc 120::
» CrEc 121:: » CrEc 122:: » CrEc 123:: » CrEc 124::
» CrEc 125:: » CrEc 126:: » CrEc 127:: » CrEc 128::
» CrEc 129:: » CrEc 130:: » CrEc 131:: » CrEc 132::
» CrEc 133:: » CrEc 134:: » CrEc 135:: » CrEc Notas::